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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Redução de crimes no RN: o que dizem as estatísticas

Buenos días Caríssimos (as) Internautas!


Muito me apraz divulgar número positivos na área de Segurança Pública, visto que a tônica de todos os meios midiáticos é a divulgação , infelizmente, a sensacionalização da violência e a falência dos órgão que deveriam preveni-la.

Pois bem, logo abaixo segue uma matéria do jornal Tribuna do Norte, que a partir de números apresentados pela SESED aponta uma diminuição pequena, mas significativa, sobretudo dos crimes violentos (homicídio, latrocínio, roubo, etc.).


Um detalhe que me parece ser importante e que, no nosso prisma, consubstanciaria a análise feita pelo coordenador de análise de informações estatísticas e análises criminais da SESED, e não aparece na reportagem é a análise interna dos próprios órgãos envolvidos nas ações, destacando que medidas efetivamente foram implementadas para que esses resultados fossem conseguidos. Nesse sentido enfatizo que se órgãos envolvidos nas ações preventivas e repressivas não forem capazes de identificar quais foram tais medidas que proporcionaram essa redução, infelizmente não poderemos avançar nesse enfrentamento.

Outro ponto a destacar é que houve um aumento da violência, em especial, naquela praticada pelos agente do Estado. Um dado preocupante, visto que os órgãos oficiais simplesmente não podem considerar tal fato como mera fatalidade, mas buscar investigar as causas, adotar responsabilizações e também ações que busquem inibir e, principalmente prevenir por meio de ações de requalificação profissional e melhores condições de trabalho.

Nesse sentido destaco a Portaria Interministerial do Ministério da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que regula, não apenas as ações dos profissionais de segurança pública, mas também a responsabilidade do Estado em prover os meios necessários para efetivação de um serviço de qualidade (escalas condizentes, equipamentos de baixa letalidade, capacitação continuada, etc.)



So, let's go read the news!


RN reduz crimes em mais de 12%

Publicação: 2015-05-14 00:00:00 | Comentários: 0
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Fernando DomingoRepórter

O número de ocorrências policiais  tipificadas como roubos, lesões corporais e Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) caiu 12,52% no período de 1º de janeiro a 30 de abril deste ano, em relação ao primeiro quadrimestre de 2014. De acordo com relatório de segurança apresentado ontem (13) pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminal (Coine), em 2015, até o final de abril, aconteceram 4481 roubos, 14,98% a menos que no mesmo período do ano passado, com 3126 ações. No casos de lesões corporais, a redução representou 8,73%, um decréscimo de 3126 para 2853 registros, enquanto as mortes violentas foram 10,47% menores, diminuindo de 592 para 529 óbitos.

 relatório apresentado pelo Coine destacou ainda um detalhamento por regiões do Estado, no número de CVLIs. No Agreste ocorreram 54 mortes, 12 a mais que em 2014, representando um acréscimo de 28,57%. Na Central Potiguar, o retrospecto também foi desfavorável, 27,27% maior. Em dados, foram 42 óbitos em 2015 e 33 no ano passado. Já as áreas mais populosas obtiveram reduções. No Oeste Potiguar a variação quadrimestral marcou queda de 17,99% (139 para 114 óbitos) e na região Leste o percentual correspondeu a uma diminuição de 15,61% (378 para 319 casos).

Os Crimes Violentos Letais Intencionais, segundo Ivênio Hermes, são divididos em cinco tipos de variação e tiveram redução geral de 10,47%. No caso de homicídios, a queda representou 5,77%, de 503 para 474 casos. As lesões corporais que resultaram em mortes diminuíram 68,42% (19 para 6 registros). Os latrocínios foram 41,67 menores, de 42 para 14 óbitos em 2015, assim como as ocorrências diversas, que caíram de 26 mortes para apenas quatro neste ano. Apesar disso, também foi registrado aumento, nas ações típicas de Estado, quando ocorre confronto entre policiais e suspeitos. Neste caso, o acréscimo registrado foi de 55%, de 20 para 31 óbitos. 

 

Disponível em:http://tribunadonorte.com.br/noticia/rn-reduz-crimes-em-mais-de-12/313674. Acesso em 15/Maio/2015.

Para um maior aprofundamento  ver:
http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJ7CBDB5BEITEMID8FE0A75CADC743EF9B7A78F8A601691EPTBRIE.htm

http://www.scielo.br/pdf/soc/n20/a10n20.pdf

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Índice de homicídios aumentou em 2013 no RN



Saudações internautas!

A segurança pública do estado tem mais um desafio a ser enfrentado em 2014, pois conforme dados estatísticos da SESED, o aparato estatal não conseguiu atingir a meta de redução de homicídios para 2013, que era de 10%.

Então vale a pela reavaliar o trabalho que vem sendo desenvolvido, corrigindo os pontos falhos e incrementado aqueles que estão apresentando resultado satisfatório.

Veja a matéria completa abaixo!



RN não consegue diminuir crimes

Publicação: 26 de Janeiro de 2014 às 00:00

Comentários3

O governo estadual não conseguiu cumprir sua meta de reduzir, nos últimos dois anos, em pelo menos 10% no Rio Grande do Norte o número dos crimes violentos letais e intencionais, como tecnicamente são chamados os homicídios. Dados do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) apontam que entre 2011 e 2012, o número de assassinatos cresceu 13,2%, enquanto de 2012 para o ano passado o percentual elevou-se 26,5%.

A Subcoordenadoria de Estatística e Análise Criminal (Seac) do Ciosp levantou que em 2011 o número de homicídios no Estado chegou a 1.073., No ano seguinte, o   número de vítimas subiu para 1.215 e, em 2013, foi para 1.537 homicídios.

As estatísticas fazem parte de um relatório já apresentado à governador a Rosalba Ciarlini e ao aparelho de segurança pública do Estado, com a finalidade de embasar os investimentos do programa do  governo federal “Brasil Mais Seguro”, que tem uma previsão de repassar R$ 49 milhões para o Rio Grande do  Norte.

O relatório aponta, ainda, que Natal é responsável pelo maior número de homicídios ocorridos no Estado (34,2%) seguido de municípios da Grande Natal (26,5%) e Mossoró (11,6%). Os demais municípios o percentual chega a 27,7%.

O levantamento do Seac/Ciosp também  mostra que o principal instrumento causador de homicídios são armas de fogo (86%) e, em seguida, as armas brancas (10%). Somente 1% dos homicídios tem como causa espancamento e outros  instrumentos causadores são 3%.

O subcoordenador da Seac, Kleber Maciel, disse que apesar de não ter sido alcançada a meta global de reduzir em 10% o  número de homicídios, em Natal conseguiu-se chegar a isso na zona Leste, onde o número de vítimas caiu 7%, passando de 74 homicídios em 2012 para 69 no ano passado.

Na zona Sul de Natal houve um  aumento de 7% no número de homicídios, que chegaram a 27 casos em 2012 e no ano seguinte foi a 29. O maior percentual de crescimento ocorreu na Zona Norte, onde foram assassinadas 172 pessoas em 2012 e 218 no ano passado, um índice de 27%. Já zona Oeste o crescimento foi de 22%, saindo de 171 casos de homicídios em 2012 para 208 mortes em 2013.

Kleber Maciel informou que  não houve uma redução do número de homicídios “como a gente planejou, por causa da dificuldade financeira do Estado”, mas ele acredita que com o mapeamento dessas ocorrências e os investimentos do “Brasil Mais Seguro” e o apoio do Ministério da Justiça “vai se dar uma alavancada” na redução da criminalidade no Estado, a exemplo do que ocorreu em Pernambuco, onde se começou um programa de investimentos em segurança pública com recursos próprios em 2007.

Maciel disse que a Seac também tem outros relatórios mais completos, relacionado inclusive aos horários, dias  com maior incidência de homicídios: “O modelo a seguir é o de Pernambuco, não conseguiu no primeiro ano, mas nos dois anos seguintes atingiu a meta de 12% de redução do número de homicídios”.
Fonte: Disponível em: http://tribunadonorte.com.br/noticia/rn-nao-consegue-diminuir-crimes/272807. Acesso em 27/jan/2014.

Para concluirmos um vídeo já postado aqui, porém bastante interessado para se fazer uma análise preliminar do aumento da violência!


domingo, 5 de janeiro de 2014

Estatística sobre apreensão de armas no RN

Buenos dias! Saludos a todos!

Entre um feriado e outro um  rato para leer el periódico e vejo que as notícias sobre la seguridad não são nada animadoras!

Segue logo abaixo uma matéria que trata do aumento no índice de apreensão de armas. Então, indaga-se! Será que deveríamos estar contentes visto que mais armas estão saindo de circulação?

Por este prisma sim, mas analisemos por outra ótica e muy trempano percebemos que, como assevera o Comandante Geral da PMRN (conforme reportagem citada) muitas dessas armas, senão a maioria, delas são de contrabando (chama-se atenção para a problemática das nossas fronteiras continentais) e outra parcela significativa são de procedência legal, isto é, de pessoas que adquiram tal armamento de forma legal (quer sejam cidadãos que têm essa prerrogativa, quer seja da sociedade em geral, que as adquirem em lojas especializadas, cumprindo todo rito legal).

Nessa perspectiva chamo atenção que urge, por parte do Estado, bem como da sociedade brasileira, a a adesão e implementação  de políticas e campanhas que fomentem uma cultura de paz, pois o que está posto nas estrelinhas da inoperância do poder público é que cada um precisa deter os seus próprios meios de defesa pessoal - sobrevivência. O que lamentavelmente as estatísticas (click aqui e veja o estudo sobre o tema) comprovam ser um terrível engano!

É importante ler com atenção e decodificar o que estar por trás desse estado de inércia do Estado, do lobby das fábricas e das pseudo boas intenções dqules que se "beneficiam" desse estado de coisas!


Apreensão de armas cresce 21,7 por cento

Publicação: 05 de Janeiro de 2014 às 00:00

Vinícius Menna e Felipe Galdino
repórteres

O número de apreensões de armas pela Polícia Militar apresentou crescimento no comparativo de 2013 com o ano passado. Dados da PM mostram que houve aumento de 21,7% no número de armas recolhidas. Enquanto em 2012 a corporação apreendeu um total de 735 armas, esse número subiu para a casa de 895 em 2013. A capital potiguar concentra quase que 80% das apreensões.

De acordo com o coronel Francisco Araújo Silva, comandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, apesar de abranger poucos municípios, a região próxima da capital acaba registrando maior número de apreensões de armas por abrigar 45% da população do Estado, situação que coloca a região como zona de influência do turismo, do comércio e de serviços, atraindo as ocorrências.

Para o coronel Araújo Silva, o número de apreensões tem crescido todos os anos no RN em decorrência dos “descaminhos das armas”. Outro fator para esse aumento, segundo ele, é a facilidade para comprar armas fora do país e depois entrar com elas no Brasil.
emanuel amaralArmamento de vários calibres e procedências diferentes: há desde importadas até armas da polícia e das Forças ArmadasArmamento de vários calibres e procedências diferentes: há desde importadas até armas da polícia e das Forças Armadas

“Nós apreendemos muitas armas que não são de fabricação nacional, de diversos calibres, da mesma forma que tem armas que pertencem a órgãos de segurança pública e das forças armadas. São casos em que as quadrilhas acabaram roubando as armas de policiais ou de integrantes das forças armadas”, analisa Araújo.

Para o comandante da PM, as armas vem de outros países, de contrabando de armas e também de locais onde são roubadas, como lojas. “Elas entram no estado por parte marítima e terrestre. No tocante à Polícia Militar, nós fazemos as blitze, mas o controle da entrada de arma também depende do Exército e da Polícia Federal, nas fronteiras, e do controle do mar, que cabe à Marinha. À PM cabe o policiamento ostensivo, fazendo as apreensões que chamamos ‘no varejo’, mas não fazemos a apreensão no grosso mesmo, que é quando elas entram no estado”, avalia.

De acordo com o coronel Araújo, há grande incidência de apreensões de armas entre jovens de até 17 anos. “Muitas vezes, numa ocorrência onde tem quatro ou cinco pessoas e que tem adolescentes no meio, os que tem mais de 18 anos entregam as armas para os adolescentes porque sabem que  a penalidade é menor. A lei é mais atenuante para o adolescente”.
emanuel amaralAs armas apreendidas ficam na PM até conclusão do JudiciárioAs armas apreendidas ficam na PM até conclusão do Judiciário

As apreensões também são feitas com frequência entre duplas em motocicletas. “Existe um modus operandis dos delinquentes que, em dupla, numa motocicleta, praticam homicídios ou assalto à mão armada, um pilotando e outro com a arma ou os dois armados”, explica  Araújo.

“Quando se aborda dois numa motocicleta, muitas vezes se consegue encontrar arma porque um ou os dois estão armados. Em abordagens de atitude suspeita, eles estão com arma e na iminência de praticar um assalto” explicou ainda.

Fonte:
http://tribunadonorte.com.br/noticia/apreensao-de-armas-cresce-21-7-por-cento/271009

Referência:
ZAVERCUCHA, Jorge. (In) Segurança pública e a ordem social. Recife: Ed Universitária, 2007.


 E para reflexão que tal este clip do Rappa!?
Hasta pronto hermanos!