Mostrando postagens com marcador Dica cultural. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dica cultural. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Música, Filosofia, Teatrealidade, Espiritualidade....isso é Paulinho Moska!

Saludos mis amigos!

Que pena que o show não será no final de semana, mas certamente, um dos mais (pelo menos na minha simplória opinião!) plurais artistas de nossa atual música: simplesmente Paulinho Moska estará nesta segunda próxima (10) nos brindando com suas belas canções.

Mientras, o mega pop star Elton $ohn estará na vizinha Fortaleza, nos próximos dias, cobrando uma fortuna, nosso santo de casa, digo: Moska, fará seu show em um dos teatros mais modernos e confortáveis do Nordeste, por apenas R$ 30,00.

Bom como sou suspeito, segue abaixo o release e logo em seguida um clip do poeta para começarmos bem o fim de semana!


Paulinho Moska mostra seu recente e elogiado trabalho

Publicação: 07 de Fevereiro de 2014 às 00:00

Comentários0

O cantor e compositor carioca Paulinho Moska é o nome da nova edição do Projeto MPB Petrobras, que traz shows de músicos renomados a preços acessíveis. O show que Moska trará para o palco, às 20h, será no formato de voz e violão e tem no repertório canções de seu último e elogiado trabalho, o CD e DVD “Muito pouco para todos”. A noite será aberta pela cantora local Clara Menezes.
DivulgaçãoPaulinho Moska se apresenta em formato de voz e violãoPaulinho Moska se apresenta em formato de voz e violão

O show celebra os 20 anos de carreira do artista. Moska já compôs para diversos nomes da nova MPB desde os anos 90, e suas canções frequentam trilhas de telenovelas, rádios e palcos alternativos com a mesma desenvoltura. O repertório mistura sucessos com canções extraídas de seu álbum duplo “Muito Pouco” (2010). Ele tocará músicas como “A seta e o alvo”, “O último dia”, “Pensando em você”, “A idade do céu”, “A flor e o espinho”, “Tudo novo de novo”, “Somente nela”, “Lágrimas de diamantes”, “Soneto do teu corpo”, entre outras.

Paulinho Moska ficou conhecido após estourar com a banda Inimigos do Rei, em 1987, que fazia um rock/pop dançante e bem humorado. A partir de 1993 partiu para a carreira solo. Formato em teatro e cinema, o músico já mostrou a face de ator diversas vezes, em filmes como “O homem do ano” e “Minutos atrás”, e seriados de televisão.

Serviço:
Paulinho Moska. Segunda, às 20h, no Teatro Riachuelo. Entrada: R$30 (inteira) e R$15 (estudante). Tel.: 4008-3700. 

Paulino Moska: O último dia

Hasta la vista!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Una buena película para mirar en el cine: A menina que roubava livros

Hola hermanos!

Para começar uma buena semana, qué tal una pelicula muy buena?

Pois é: " A menina que roubava livros". Vi e recomendo, pois é muito bom. Vejam logo abaixo a sinopse y miren la pelicula está sendo exibido nos cinemas de Natal!

Cinema

‘A Menina que Roubava Livros’ se perde em salada de temas

Baseado no best-seller do australiano Markus Zusak, filme até consegue entreter por duas horas, mas erra ao tentar contar muitas histórias em pouco tempo

Meire Kusumoto
A adaptação para o cinema de A Menina que Roubava Livros estreia no país, nesta sexta-feira, sob alta dose de expectativa dos fãs que leram o livro do australiano Markus Zusak, desde 2007 no país. E não foram poucos: o romance foi um verdadeiro sucesso editorial e permaneceu 99 semanas seguidas na lista de mais vendidos de VEJA, onde aparece agora na quarta posição, acumulando 111 semanas não consecutivas na relação. Foi esse êxito, diga-se de passagem, que projetou no mercado a Intrínseca, então uma pequena editora carioca de apenas quatro anos, que se consolidaria comercialmente com fenômenos como as sériesCrepúsculo e Cinquenta Tons de Cinza. O filme, dirigido por Brian Percival (responsável por alguns episódios da série de TV Downton Abbey), segue a obra com fidelidade, na medida do possível. Mas ainda sem um futuro tão promissor quanto o livro, o longa deixa a sensação de que algo está faltando – ou sobrando.

Leia também:
Trailer de 'A Menina que Roubava Livros' ressalta o drama de judeu escondido do nazismo


A Menina que Roubava Livros, o filme, começa em 1938 na Alemanha, mostrando Liesel Meminger (Sophie Nélisse), uma garota deixada pela mãe comunista, que precisa fugir do avanço nazista. Ela é adotada pelo casal alemão Hans (Geoffrey Rush) e Rosa (Emily Watson). No caminho para a nova casa, Liesel se depara com a morte pela primeira vez: seu irmão mais novo não resiste à viagem de trem. Durante o enterro, feito à beira da ferrovia, um dos coveiros deixa cair no chão um manual da sua profissão e é prontamente resgatado pela menina, que, em vez de devolver, toma para si o pequeno volume, mesmo sem saber ler.

Após sofrer bullying na escola por ser iletrada, ela pede a Hans que a alfabetize. A dupla usa o manual como cartilha e Liesel logo apresenta progresso. Ela rouba então o seu segundo livro, de forma mais ousada: resgata um volume de uma das fogueiras feitas para queimar obras consideradas subversivas por Adolf Hitler e o Partido Nazista. Outros livros serão roubados da mulher do prefeito, Ilsa Hermann, que abre as portas de sua ampla biblioteca para Liesel.


Na vizinhança, a menina tem um amigo, Rudy (Nico Liersch), garoto divertido e dado aos esportes que sonha em ser como Jessie Owens, o americano negro que se destacou nas Olimpíadas de Berlim de 1936, em plena Alemanha nazista, ao receber quatro medalhas nas provas de atletismo. A tranquilidade vivida por Liesel na casa de Hans e Rosa é abalada, como não poderia deixar de ser, pelo estouro da Segunda Guerra Mundial. Além da tensão que a família compartilha com os vizinhos durante ataques aéreos e outros momentos, o trio se vê em situação delicada quando passa a esconder em sua casa o judeu Max (Ben Schnetzer), filho de um soldado que havia salvado a vida de Hans durante a Primeira Guerra Mundial.

Somada a esse enredo, há a escolha interessante feita por Zusak, e repetida pela produção, de narrar a história pela perspectiva da Morte, que se torna uma personagem com vontade e voz – no filme, a do ator Roger Allam. Todas essas tramas correm em paralelo, sustentadas por boas atuações, principalmente a de Sophie Nélisse, que faz uma Liesel forte e delicada, ao mesmo tempo. No entanto, na tentativa de dar conta de tudo o que o texto de Zusak aborda, A Menina que Roubava Livros acaba se tornando uma salada de temas, algo que é indispensável a um romance, mas em um filme pode confundir o espectador e deixar de lado aprofundamentos importantes em certas partes da história.

Brian Percival, com carreira consolidada na televisão, ainda é iniciante no cinema, e dirige de forma determinada a não sair da zona de conforto. Por isso, o filme não erra feio a ponto de aborrecer quem está diante da tela, mas também não consegue provocar grandes emoções ou impressionar por sua originalidade. É uma adaptação que entrega ao espectador duas horas de entretenimento e uma bela trilha sonora, lembrada, inclusive, nas indicações ao Oscar, e só.

Fonte:
http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/a-salada-de-temas-em-a-menina-que-roubava-livros

No podria me olvidar de esta canción, pues é muy buena:



Saludos y una buena semana hermanos!


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Teatro free em Natal

Saudações internautas!

Segue logo abaixo uma dica cultural que está acontecendo no TAM, a qual hoje terá duas apresentações completamente free!

Estive ontem lá e conferi a peça é muito boa. Vejam o release abaixo!

Experimento cênico sobre a vida

Publicação: 31 de Janeiro de 2014 às 00:00

Comentários0

Yuno Silva
Repórter

A narrativa fragmentada e a possibilidade do enredo ganhar forma ao longo da encenação fazem de “Ninguém Falou que Seria Fácil” uma experiência, sensorial e dialética, de mão dupla. Em cena, três gerações de uma família; em jogo, situações comuns que proporcionam identificação imediata – e muito do que se vê no palco depende da sintonia entre elenco e plateia. É com esse formato aberto que o grupo carioca de teatro Foguetes Maravilha desembarca em Natal para três sessões gratuitas do espetáculo no Teatro Alberto Maranhão. Hoje a apresentação (20h) será seguida de debate, amanhã o grupo promove oficina durante o dia (10h) e duas sessões à noite (18h e 20h). Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência no próprio TAM.
renato mangolinEspetáculo premiado Ninguém Falou que seria Fácil, com direção de Alex Cassal e Felipe Rocha, chega a Natal para apresentações gratuitas e debates no TAMEspetáculo premiado Ninguém Falou que seria Fácil, com direção de Alex Cassal e Felipe Rocha, chega a Natal para apresentações gratuitas e debates no TAM

A trama, que mistura cotidiano e uma compilação de esquetes, inclui no “sopão” cênico filmes franceses dos anos 1970, dança contemporânea, dramas familiares e fábulas para crianças. Com direção de Alex Cassal e Felipe Rocha, este último também no elenco, ao lado dos atores Renato Linhares e Stella Rabello, “Ninguém falou...” traz como marcas da dramaturgia o humor, a ironia, os jogos de linguagem, a troca de papéis e a desconstrução e reconstrução de convenções teatrais. A montagem ganhou os prêmios Prêmio Shell 2011, APTR 2011 e Questão de Crítica 2011 na categoria autor. Esta é a primeira vez do Foguetes Maravilha no RN, passagem que faz parte da mini turnê nordestina viabilizada através do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2013/14. Além de Natal, o grupo esteve em Recife, dentro no festival Janeiro de Grandes Espetáculos.

“Muito da performance da cena parte da relação com a plateia, conversamos com as pessoas olhando no olho. Temos a sorte do público se integrar logo de cara à proposta”, disse o ator e co-diretor Felipe Rocha, também autor do texto. “Em Teresina, por exemplo, uma mulher da plateia foi provocada a responder uma pergunta e já acrescentou outra informação. Acredito que tenha ficado à vontade para construir junto pois, apesar do roteiro ser fechado, damos espaço para esse tipo de intervenção”. O próprio título da peça deixa margem para leituras positivas e negativas. Alex e Felipe conversaram com o VIVER na manhã de ontem, no saguão do hotel onde estão hospedados.

“O roteiro é bem amarrado, há falas e deixas bem pontuadas, mas damos brechas para os atores agirem de acordo com a interação. Optamos por reagir com o que acontece em volta”, disse Cassal, ressaltando que, por não ser linear, “a cada nova informação relocamos tudo o que está em jogona cena. Não há causalidade, dentro do sopão de temas os personagens se revezam e a costura desse apanhado de esquetes não tem uma amarração rígida”.

Sobreposição de personagens

Alex e Felipe frisam que apesar de atravessar gerações, o espetáculo não conta uma saga épica: no olho do furacão estão as situações e não a história desta ou daquela família. “Todo mundo se identifica em algum momento”, garante o ator, autor e co-diretor. Felipe Rocha começou escrever “Ninguém Falou que Seria Fácil” em 2009, durante estadia de três meses na Europa, quando recebeu uma bolsa do governo francês para participar de residência literária. “Naquela época, minha filha estava com a idade do personagem criança do espetáculo, por isso falamos tanto de identificação”, justifica. Foram 18 meses de trabalho até a estreia.

A dinâmica da alternação de papeis buscou referência nos tempos áureos d’Os Trapalhões, quando Didi, Dedé, Mussum e Zacarias davam vida a vários personagens sem a intenção de fingir ser quem não eram. “Essa simplicidade nos interessa, acreditamos na relação dos personagens”, disse Alex Cassal. O diretor observa que “os atores interpretam vários personagens, mas as características acabam se repetindo, não temos hierarquias”.

O maior desafio para resolver foi na cena do “sapo cansado”, onde os três atores em cena acumulavam dezenas de personagens. “No início tínhamos uma superposição com dezenas de figuras, no final ficaram meia dúzia”, disse Alex. “Fomos vendo até que ponto conseguíamos interpretar sem perder o domínio da história nem confundir a plateia”, finalizou Felipe.

Bate-papo - Alex Cassal
Diretor

Até que ponto a plateia interfere no espetáculo?

“Como a peça foi foi engendrado para permitir  interferências, a cada rodada de debate e oficinas o grupo atualiza a dramaturgia. Mas nada pontual, apenas nos alimentamos e por vezes incluímos desdobramentos. Estamos abertos para absorver e reagir.

Qual o foco da oficina?
Teremos exercícios de interpretação e improviso, tudo simples, em contexto com o que a gente vem trabalhando. Então o desenrolar da oficina depende muito do grupo que está participando.

Serviço

Espetáculo “Ninguém Falou que Seria Fácil”, com o grupo Foguetes Maravilha (RJ). Sexta (20h) e sábado (18h e 20h) no Teatro Alberto Maranhão. Ingressos gratuitos, distribuídos uma hora antes.

Fonte:
http://tribunadonorte.com.br/noticia/experimento-cenico-sobre-a-vida/273172

domingo, 5 de maio de 2013

Cinema, literatura e teatro...

Saudações caríssimos internautas!

Tenho que lhes confessar: os ossos do ofício estão realmente me tomando um pouco mais de tempo que deveriam! Como diria Domenico De Masi: "O ócio criativo é necessário", mas está é uma dica darei depois...

Por hora, gostaria de lhes apresentar o livro de Luiz Eduardo Soares, Justiça: pensando alto sobre violência, crime e castigo, da editora Nova Fronteira, 2011. Trata-se da mais nova obra desse fantástico teórico sobre segurança pública do país. Com um discurso altamente eloquente e persuasivo Luiz Eduardo, que já foi secretário nacional de segurança pública, desenvolve brilhantemente a temática que é recorrente, como afirma o próprio autor, nas academias, cenário político, quarteis, delegacias, mas também no cotidiano  do cidadão "comum": o aumento desenfreado da violência e da criminalidade!

Procurando um texto que fosse de fácil assimilação para complementar as referências de uma disciplina que irei lecionar no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO PMRN/2013), em uma livraria da cidade, encontrei um dos nossos alunos, o também capitão da PMRR, Ilmar, e uma professora que tive no mestrado na UFRN, Ana Laudelina (por isso é que devemos frequentar sempre bons locais!rsrsrs), sem contudo perder no conteúdo bem problematizado e de elaboração rebuscada que é peculiar ao autor em comento, descobri o livro do qual lhes falo. Segue capa abaixo, com uma fotografia do autor.

Sem mais delongas! Eu recomendo! Mas para que possam tirar suas próprias conclusões: vous devez lire!



Mais dica cultural! Desta feia: cineminha!

Somos tão jovens, que na minha opinião (suspeita, diga-se de passagem, pois sou fã inconteste da Legião) é muito bom e já está disponível nos cinemas da cidade.

Uma dica para economizar é pegar as sessões promocionais, geralmente, à tarde!

E por fim, mais não menos interessante, é o show free de Valéria Oliveira, no Teatro de Cultura Popular - TCP.  Vejam matéria abaixo:


A cantora Valéria Oliveira apresentará sábado e domingo, no Teatro de Cultura Popular, uma versão acústica de seu novo trabalho, “Em águas claras”, a elogiada homenagem a Clara Nunes. Valéria esteve recentemente no Rio de Janeiro onde acompanhou a mixagem do CD, que será lançado em julho, com produção musical de Rildo Hora. A entrada é gratuita.

O repertório do show e do CD apresenta uma mistura de canções  obscuras e grandes sucessos da obra de Clara Nunes. Uma sucessão de achados como “Ternura antiga”, “Opção”, “À flor da pele”, “Puxada da rede do xaréu”, “Basta um dia” e “Apenas um adeus”. Entre as canções mais conhecidas estão “As forças da natureza”, “Conto de areia”, “O mar serenou”, “Meu sapato já furou”, “Lama”, “Um ser de luz”, e “Ilu Ayê”.

Valéria Oliveira será acompanhada por Jubileu Filho (violão, trompete e vocal), Del (pandeiros e vocal), Alexandre Moreira (bandolim e violão 7 cordas), Raphael Almeida (cavaquinho), e Aluízio Pisão (percussão). Parte dos convites será destinada a alunos de escolas públicas de Natal. O disco é um desdobramento do show “Em águas claras – Homenagem a Clara Nunes”, que Valéria Oliveira trabalhou entre 2011 e 2012.

Serviço: Em Águas Claras Acústico. No TCP, sábado às 21h, e domingo às 17h. Cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos . Tel.: 3232-5307

Fonte:

Dont mes amis! Agora é com vocês. Basta escolher a opção!

A bientôt!

sábado, 20 de abril de 2013

Teatro almost free na Casa da Ribeira

Saudações internautas!

Segue logo  uma dica peça teatral na Casa Ribeira (almost free)!

Segue também a divulgação de eventos sobre gestão de políticas públicas na seara cultural.

Vale a pena conferir!
Dias 19, 20 e 21 de abril | Espetáculo infantil contemplado no edital Cena Aberta Nordeste, patrocinado pela Funarte e Ministério da Cultura.
20 de abril de 2013 às 17h
Teatro
Valor: R$ 10,00
Mais informações: (84) 3211-7710
 
20 de abril de 2013 às 20h
Teatro
Valor: R$ 10,00
Mais informações: (84) 3211-7710
 
Dias 19, 20 e 21 de abril | Espetáculo contemplado no edital Cena Aberta Nordeste, patrocinado pela Funarte e Ministério da Cultura.
21 de abril de 2013 às 17h
Teatro
Valor: R$ 10,00
Mais informações: (84) 3211-7710
 
Dias 19, 20 e 21 de abril | Espetáculo infantil contemplado no edital Cena Aberta Nordeste, patrocinado pela Funarte e Ministério da Cultura.
21 de abril de 2013 às 20h
Teatro
Valor: R$ 10,00
Mais informações: (84) 3211-7710
 
Dias 19, 20 e 21 de abril | Espetáculo contemplado no edital Cena Aberta Nordeste, patrocinado pela Funarte e Ministério da Cultura.
27 de abril de 2013 às 17h
Teatro
Valor: R$ 20,00
Mais informações: (84) 3211-7710
 
Espetáculo é resultado do projeto Cena Aberta Formação. Patrocínio: Lei Câmara Cascudo, Governo do RN, COSERN.
28 de abril de 2013 às 17h
Teatro
Valor: R$ 20,00
Mais informações: (84) 3211-7710
 
Espetáculo é resultado do projeto Cena Aberta Formação. Patrocínio: Lei Câmara Cascudo, Governo do RN, COSERN.
 






E como a gente não quer só comida! A gente quer comida diversão e arte! Fiquemos com Titãs para começarmos bem o weekend!

 Have a nice week my friends!



quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Crítica do filme Django


Saudações Caros Internautas!

Eu mesmo queria tecer alguns comentários sobre o filme,mas ao ler esta análise achei muito boa e resolvi transcrever, na íntegra, obviamente dando os devidos créditos ao colega blogueiro Ricardo Martins, do qual o endereço segue logo abaixo.

Well, deixemos de shit e vamos aos comentários. Nosso colega, Ricardo achou o filme sem muitas surpresas, mas acho que do ponto de vista do resgate histórico é muito interessante e traz de forma simples para o grande público a questão do preconceito étnico, ainda muito presente nowadays!

Vamos a resenha de Ricardo:

Em seus filmes, Tarantino sempre que podia flertava com o mundo dos filmes de faroeste por meio de referências. Não demoraria muito para que logo ele entrasse definitivamente no gênero. Django Livre é a homenagem do diretor a este estilo, ligando nomes como Sergio Leone, John Ford e a violência visual de Sam Peckinpah, mas a maior reverência vai para os chamados “western spaghetti”, o que já é claro pelo nome do personagem-título, referência a um clássico do estilo: Django (1966), de Sergio Corbucci, com Franco Nero – que faz uma divertida participação especial neste filme.

Curiosamente sendo um “western” passado no Sul escravagista, não faltam também elementos do cinema Blaxploitation (movimento de cinema negro dos anos 70).

A trama é simples. O escravo Django (Jamie Foxx) é libertado pelo caçador de recompensas alemão King Schultz (Christoph Waltz). Django passa a “trabalhar” com o caçador, que em contrapartida promete ajudar o ex-escravo a recuperar sua esposa, vendida ao cruel fazendeiro Calvin Candie (Leonardo Di Caprio, ótimo).

Dr. Schultz e Django.
Dr. Schultz e Django.

Jamie Foxx e seu personagem acabam servindo como escada para o ótimo elenco coadjuvante. Christoph Waltz brilha novamente, sem precisar repetir seu personagem de “Bastardos Inglórios”, que o consagrou. O divertido Dr. Schultz, educado e que adora falar de forma rebuscada, é talvez o mais gentil personagem que já houve em um filme de Tarantino, mas ainda assim é acostumado com a violência (mata para viver ou por necessidade) e possui seus interesses próprios. Já Leonardo Di Caprio (que sempre defendo que é um ator formidável) finalmente pode “praticar” um lado nunca mostrado em sua carreira: o de um personagem frio e assustador; e consegue passar isso apenas nos gestos e olhares. Arrogante (a ponto de fingir ser culto), e orgulhoso de ter poder, Di Caprio não perde a linha mesmo quando o papel exige certa caricatura. Uma pena que o Oscar pegou a mania de esnobá-lo.

Outro que quase rouba o filme é Samuel L. Jackson, um antigo escravo mais racista que todos os outros personagens juntos e que possui uma bizarra relação com seu mestre.

O excepcional Calvin Candie, de Leonardo Di Caprio, senhor de Candyland.
O excepcional Calvin Candie, de Leonardo Di Caprio, senhor de Candyland.

Antes de tudo, é preciso dizer que Django Livre é um típico filme de Tarantino, um diretor que dispensa apresentações, já que sabemos de seus maneirismos e maneira de fazer uma obra com zilhões de referências e colagens e ainda assim criar uma identidade própria. Idolatrado por fãs que consideram suas características geniais (que são as mesmas que por sua vez os detratores usam para chamá-lo de “embuste”), a verdade é que Tarantino gostando ou não, provoca discussões de maneira que poucos filmes conseguem. Talvez este Django seja mais “acessível” aos que tem dificuldade com o diretor. É praticamente linear e “controlado”, muitas vezes parece (embora nem tanto) um Tarantino contido, enquanto a história se desenvolve de forma até banal, sem grandes surpresas. Confesso que senti falta de suas loucuras de roteiro, como as reviravoltas ou subversões inesperadas que ele costuma fazer (embora um faroeste onde o protagonista não seja branco já seja uma subversão), mas aqui ele em base segue uma estrutura tradicional e simples.

A edição é correta, mas também não surpreende. Talvez ele tenha resolvido não arriscar muito, já que desta vez não conta com a edição de Sally Menke, que faleceu em 2010 e sempre trabalhou com ele. Isso parece ter feito diferença. Mas não achei arrastado ou exageradamente longo como alguns tem considerado, pelo contrário, prende a atenção e diverte o tempo todo.

Link Youtube | Assista ao trailer de Django Livre.

Tarantino dificilmente decepciona quem o curte, com sua fórmula e a paixão pelo cinema estampada em cada cena, é sempre um prazer assistir suas obras. Os diálogos não são tão inspirados como nos seus melhores filmes, mas continuam acima da média. Mesmo levando tudo com muito bom humor e liberdade criativa, temos aqui um filme corajoso em retratar este período histórico sem pieguice e que deixa clara a estupidez da escravatura de forma direta e eficiente (e pensar que Spike Lee, que obviamente não viu o filme, falou abobrinha chamando-o de racista). Aliás, esse é um dos filmes do diretor com mais ênfase em história e política – destaque para o discurso que o personagem de Di Caprio faz quando tenta provar a inferioridade dos negros por meio de “estudos” de seus crânios; teorias deste tipo realmente existiram para justificar barbaridades como essa.

Mesmo com uma história bem lugar-comum, Tarantino continua sendo um dos diretores mais interessantes em atividade, e todo filme dele vale a espera para ver no que dará. E eu nunca imaginei que teria a chance de ouvir no cinema a canção tema do clássico Django. Mais uma vez, Obrigado Tarantino
!
RICARDO MARTINS
Ricardo da Silva Martins é formado em Biologia, mas desde sempre foi um apaixonado por filmes. Orgulhoso defensor da existência de filmes bons (e ruins) em qualquer gênero e país, passando por diversos estilos, de Spielberg à Buñuel e do lixo ao luxo sem preconceitos. Fã também de rock anos 80, livros e quadrinhos, até arranha uma guitarra nas horas vagas.

Fonte:http://www.feedbackmag.com.br/oscar-2013-critica-de-django-livre-melhor-filme/

sábado, 15 de dezembro de 2012

Virada Cultural Natal

Saudações Internautas!


Imperdível! Segue logo abaixo informações acerca do evento cultural que ocorrerá hoje e amanhã em Natal, totalmente free!

I hpo so meet you there!



Diias 15 e 16 de dezembro Natal vai receber sua primeira Virada Cultural, tendo como sede das atividades o bairro da Ribeira. Dezenas de artistas, casas, equipamentos culturais e a própria rua estarão tomadas por cultura durante 24h (até um pouco mais).
Confira agora a programação dos Polos e dos palcos, mas isso ainda não é tudo. Ainda divulgaremos a programação do que vai ser feito nas ruas do bairro. Vai vendo! Muita coisa legal:
PROGRAMAÇÃO VIRADA CULTURAL NATAL
DIAS 15 E 16 DE DEZEMBRO, BAIRRO DA RIBEIRA
ENTRADA GRATUITA
PALCO PAULO UBARANA
Av. Tavares de Lira
Sábado, 15 de dezembro
18h – Tá no Dom
20h – Maíra Salles
22h – Dusouto
24h – Rastafelling
Domingo, 16 de dezembro
09h – Ilha da Música
10h30 – Orquestra Petrobras de Guamaré
15h – Pedro Lucas
16h – Camarones Orquestra Guitarrística
17h – Talma&Gadelha
18h – Banda Café (Beatles Tribute)
POLO DIVERSIDADE – Armazém Hall
Rua Chile, 51
Sábado, 15 de dezembro
18h – Rosa de Pedra
20h – SeuZé
22 – Andróide sem Par
00h – Quarteto Linha
Domingo, 16 de dezembro
02h30 – Orquestra Boca Seca
15h – Arrelia
17h – Júlio Lima
19h – MC Priguissa
POLO TEATRO E CONVIVÊNCIA – Casa da Ribeira
Rua Frei Miguelinho, 52
Sábado, 15 de dezembro
18h – Baldroca – Grupo Joana de Gajuru (Teatro) (AL)
19h30 – Nossa Senhora das Nuvens – Grupo A Coberta de Teatro (Teatro)
21h – Febre do Rato – Jatobá Filmes (Cinema)
23h30 – Zona Erógena – Tramas Musicais ( Música)
Domingo, 16 de dezembro
01h – Festival de Cenas Curtas (Teatro)
03h – Dionizíaca – Festa do Festival (Música)
10h – Dobrando Sonhos – Oficina de Origami
12h – Feijoadinha no Café 1911
14h – Projeto Mono/Stereo (Música)
16h – Palhamágico – Cia Casamellada (Teatro)
17h – Saída Clown – Coord. Adelvane Néia (Teatro)
17h30 – Poesia Esporte Clube
19h – Baldroca – Grupo Joana de Gajuru (Teatro) (AL)
20h – Tempo de Ontem – Dudu Galvão (Música)
POLO ROCK – Centro Cultural Dosol
Rua Chile, 40
Sexta, 15 de dezembro
18h – Fukai
19h – Kung Fu Johnny
20h – Amp (PE)
21h – Arthur R.
22h – Mad Grinder
23h – River Raid (PE)
24h – Kataphero
Sábado, 16 de dezembro
01h – Sem Horas (PB)
02h – Red Boots
03h – Black Century
04h – Rhenoda
05h – Mostra de Cinema Rock
07h – Mostra de Cinema Rock
09h – Mostra de Cinema Rock
11h – Mostra de Cinema Rock
14h – Godhound
15h – ITEP
16h – Rejects
17h – Monster Coyote
18h – Comando Etílico
POLO CABARET – Nalva Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110.
Sábado, 15 de dezembro
19h Vernissage da “Exposição Coletiva” que firma-se como vitrine dos novos nomes das poéticas visuais da cidade. [Artistas: Clarissa Torres, Viviane Fujiwara, Rodrigo Fernandes, Patrícia Souza, Igor Barbosa e Sofia Porto Bauchwitz]
20h Lançamento do Fanzine “Com Carinho” [Revista 14]
22h Amá-la (Aldevane Néia) – Espetáculo (Teatro)
00h Os Poetas Elétricos – Show (Música)
Domingo, 16 de dezembro
01h30 Clara e a Noite – Show (Música)
Performances/Esquetes/Intervenções:
Cruor Arte Contemporânea – Segredo (Intervenção)
Sandro Souza – Dançando as avessas (Performance)
Hórus Ilusionista (Mágica)
Uilo Andrade – Palhaço Maruim (Esquete Circense)
Badu Moraes – (Performance)
POLO DANÇA – Gira Dança
Rua Frei Miguelinho, 100.
Sábado, 15 de dezembro
17h – Dj Thiago Tronics (Música)
18h – Pós-TV: “Processos de Criação em Dança Contemporânea” com Anízia Marques/Dave Carvalho/Gleydson Dantas/ Edeilson Matias (Debate)
19h – Duelo de Bboys (Dança)
19h30 – Daniel Silva – Corpo Celeste (Dança)
Mokan (Dança)
21h – Dave Carvalho e convidados – Prosa, um diálogo entre danças
Domingo, 16 de dezembro 
15h – Oficina de Dança “Meu corpo brasileiro” com Alexandre Américo
18h – Gaya Dança Contemporânea – “Era, é, será”
18h30 – Dj Thiago Tronics
19h – Balé da Cidade do Natal – Intimidade Manipulada
Mokan
19h50 – Cia Cênica Ventura – Andarilhos do coração
21h – Shamam Tribal
21h30 – Dj Thiago Tronics
POLO ELETRONIC
Galpão 29
Rua Chile, 29
Sábado, 15 de dezembro, 23h
Djs.
POLO ATÊLIER – Atelier Flávio Freitas
Av. Duque de Caxias, 182.
Sábado, 15 de dezembro
18h – Oficina de Produção Artística (Andiara Freitas)
19h – Andiara Freitas
20h – Bruna Hetzel
22h – Tesla Orquestra
Domingo, 16 de dezembro
15h às 18h – Desfile de moda pintada a mão por Lidia Quaresma
18h – Macaxeira Jazz
POLO REGGAE / HIP HOP – Cultura Clube
Av. Rio branco
Sábado, 15 de dezembro
Teatro Interrompido Convida:
Finalização do Curso de Iniciação Teatral
18h – Recortes de uma noite no Bordel
18h30 – Todo erro será castigado
19h – Os 7 níveis da Loucura
21h – Exibição de Vídeos de Rap
22h – Carcará na Viagem
23h30 – A Cria (Olinda PE)
1h – Chicobomba & Zebanga – Part. Especial Lili Bélica
Domingo, 16 de dezembro
9h às 12h – Oficinão de Teatro na Virada Cultural – Cia de Arte Teatro Interrompido
Máximo 30 alunos Reservas por email: temteatroemnatal@gmail.com
18h – Vj Helder
19h – Plantation
21h – Árvore da Vida
POLO EXPERIMENTAL – Atores à Deriva
Rua Frei Miguelinho, 47
Sábado, 15 de dezembro
18h – “Arquivos de um corpo não isolado” – Procura-se Cia de Dança (Dança)
19h30 – “Senhora dos Afogados – (re)leitura (melo)dramática (Teatro)
21h30 – “Na mesa com o bobo” – Bololô Cia. Cênica (Teatro)
Domingo, 16 de dezembro
17h30 – “Algo que eu queria dizer” – Coletivo Atores à Deriva.
19h – “O Cobrador” – Coletivo Atores à Deriva.
Virada Cultural Natal é possível por causa dos seguintes patrocinadores/apoiadores:
PATROCÍNIO/APRESENTADOR: Lei Câmara Cascudo, Governo do Estado e Cosern
PARCEIRO CULTURAL: SESC, SEBRAE, SESI e Secretaria de Turismo do RN
APOIO CULTURAL : VIVO, Ribeira competitiva, Assembléia Legislativa, Armazém Pará e Pé de Palco
REALIZAÇÃO : Circuito Cultural Ribeira, Casa da Ribeira, Dosol e Selo Ribeira Território Criativo
Escrito por webmaster \\ Tags: 
nov.201230
Todos prontos? Está se aproximando uma das nossas ações mais importantes do ano: a Virada Cultural Natal dias 15 e 16 de dezembro no Bairro da Ribeira. Para quem ainda não sabe como vai acontecer a virada é simples. Serão 24h seguidas de diversão e cultura espalhadas pelo bairro em vários pontos com entrada gratuita.
Confira abaixo a programação do Polo HipHop/Reggae da Virada Cultural Natal que vai rolar no Cultura Clube. São várias atrações e ainda um tempinho para experimentações teatrais no meio disso tudo. Muito bom. Confira!
Sábado, 15 de dezembro
Teatro Interrompido Convida: Finalização do Curso de Iniciação Teatral
18h – Recortes de uma noite no Bordel (Teatro)
18h30 – Todo erro será castigado (Teatro)
19h – Os 7 níveis da Loucura (Teatro)
21h – Exibição de Vídeos de Rap
22h – Carcará na Viagem
23h30 – A Cria (Olinda PE)
1h – Chicobomba & Zebanga – Part. Especial Lili Bélica
Domingo, 16 de dezembro
9h às 12h – Oficinão de Teatro na Virada Cultural – Cia de Arte Teatro Interrompido
Máximo 30 alunos Reservas por email: temteatroemnatal@gmail.com
18h – Vj Helder
19h – Plantation
21h – Arvore da Vida

Fonte:http://circuitoculturalribeira.com.br/t/virada-cultural-natal/