Saudações Caríssimos internautas!
Durante esse ano que se encerra, muitas postagens foram feitas acerca de violência, na suas diversas formas de manifestação. Mesmo que numa perspectiva de conscientização e de busca por melhorias das condições de vida, elas, por si só, tornam-se, na maioria das vezes, mensagens pesadas de serem lidas.
Desta feita, gostaríamos de trazer algo mais brando, mas sempre de um ponto de vista de que a consciência e a luta social sempre será necessária, no sentido da mudança para uma sociedade mais justa!
Não gostamos, nem tampouco exaltamos esse espírito natalino que visa apenas o lucro capitalista, que menospreza àqueles que não têm como pertencer à essa sociedade de ostentação, mas sim o espírito de fraternidade que cerca todos e até àqueles que não têm a crença cristã.
Nesse sentido, desejamos um Feliz Natal e Ano Novo de muita saúde, paz e de muitas realizações a todos que durante todo o ano de 2011 nos visitaram lendo, concordando ou não com nossas postagens e, muito mais ainda, a todos que colaboraram com suas críticas e sugestões, tornando esse locus de discussão um espaço de construção social.
Segue abaixo um belo poema feito por Isaac Batista, um adolescente de 13 anos (my son) que vale apenas conferir:
Vida (Isaac Batista Pinheiro do Nascimento Silva)
A vida é uma corrida,
uma partida
para o que nós não sabemos,
não conhecemos.
A gente nasce, vive, morre, acaba.
Tudo isso em apenas uma piscada,
para alguém talvez,
mas não para os que sabem aproveitar a sua vez.
Ao nascer, a gente vive,
não entra em crise.
Ao crescer, a gente muda,
a vida encurta.
Ao amadurecer, a gente enfrenta
a vida lenta.
Ao envelhecer, a gente entende
a vida de toda aquela gente,
porém, não é só isso,
pois, todo o mundo
ainda está nisso.
Todos controlados pelo sistema,
que nos ensina a nascer, viver, morrer.
Entretanto, há uma falta...
A emoção é com o que acaba,
o que ninguém entende,
nem compreende.
Um forte abraço e fiquem com essa belíssima canção de Louis Armstrong, "What a wonderful world!"
sábado, 24 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Densidade demográfica um intensificador da violência e da criminalidade?!
Saudações natalinas, ou para os mais cosmopolitas, Merry Christmas!
Conforme alguns estudiosos em demografia, sociólogos e antropólogos urbanos, a densidade demográfica pode funcionar como fator catalisador de violência e criminalidade. Aglomerados populacionais sem a égide do Estado estão propensos a marginalizar seus integrantes, especialmente pela falta de oportunidades a que estão submetidos os que nesses espaços habitam.
Em postagens anteriores lançamos mão de alguns autores que teorizam acerca da marginalização que uma parcela significativa da nossa população foi submetida quando da "libertação do escravos", nos idos de 1889.
Nessa perspectiva, assevera Souza (2003) que os negros foram liberados dos seus grilhões, após a assinatura da Lei Aurea, porém as amarras sociais perduram até hoje, e que a maioria dessa população vive em comunidades carentes, denominadas de favelas, que nada mais são do que uma reprodução ampliada das senzalas antepassadas.
Atualmente, com o desenvolvimento de um certo nível de conscientização, mesmo que escalas bem pequena, algumas Organizações Sociais têm tentado mudar esse estado de coisas. A CUFA (http://www.cufa.org.br/) é uma dessas ONGs que desempenha papel significativo na luta político-social para emancipação não apenas da população afro-descendente, mas de toda essa camada socialmente marginalizada que sobrevive nas favelas brasileiras, mundialmente conhecidas slums.
Alguns autores defendem que favelas não são guetos, pois apesar de apresentarem as mesmas características daqueles, não funcionam com locus segregador, apesar da grande dificuldade que têm seus integrantes de transitarem socialmente entre áreas sociais distintas (WACQUANT, 1997).
Certamente, o que não há controvérsias nessas teorias é que espaços dessa natureza, principalmente em países onde o Estado é ausente, o estado paralelo se instala cooptando crianças, jovens, mulheres e adultos para o mundo da marginalização, como temos veiculado nesse canal de discussão.
Logo abaixo segue um matéria da revista Carta Capital, que detalha estudos do IBGE asseverando que essas comunidades carentes, na verdade são cidades imensas em tamanho e em problemas sociais, pois muitas delas chegam a ter mais de 50 mil habitantes. Vale apena conferir!
Rocinha é a maior favela do Brasil
Conforme alguns estudiosos em demografia, sociólogos e antropólogos urbanos, a densidade demográfica pode funcionar como fator catalisador de violência e criminalidade. Aglomerados populacionais sem a égide do Estado estão propensos a marginalizar seus integrantes, especialmente pela falta de oportunidades a que estão submetidos os que nesses espaços habitam.
Em postagens anteriores lançamos mão de alguns autores que teorizam acerca da marginalização que uma parcela significativa da nossa população foi submetida quando da "libertação do escravos", nos idos de 1889.
Nessa perspectiva, assevera Souza (2003) que os negros foram liberados dos seus grilhões, após a assinatura da Lei Aurea, porém as amarras sociais perduram até hoje, e que a maioria dessa população vive em comunidades carentes, denominadas de favelas, que nada mais são do que uma reprodução ampliada das senzalas antepassadas.
Atualmente, com o desenvolvimento de um certo nível de conscientização, mesmo que escalas bem pequena, algumas Organizações Sociais têm tentado mudar esse estado de coisas. A CUFA (http://www.cufa.org.br/) é uma dessas ONGs que desempenha papel significativo na luta político-social para emancipação não apenas da população afro-descendente, mas de toda essa camada socialmente marginalizada que sobrevive nas favelas brasileiras, mundialmente conhecidas slums.
Alguns autores defendem que favelas não são guetos, pois apesar de apresentarem as mesmas características daqueles, não funcionam com locus segregador, apesar da grande dificuldade que têm seus integrantes de transitarem socialmente entre áreas sociais distintas (WACQUANT, 1997).
Certamente, o que não há controvérsias nessas teorias é que espaços dessa natureza, principalmente em países onde o Estado é ausente, o estado paralelo se instala cooptando crianças, jovens, mulheres e adultos para o mundo da marginalização, como temos veiculado nesse canal de discussão.
Logo abaixo segue um matéria da revista Carta Capital, que detalha estudos do IBGE asseverando que essas comunidades carentes, na verdade são cidades imensas em tamanho e em problemas sociais, pois muitas delas chegam a ter mais de 50 mil habitantes. Vale apena conferir!
Rocinha é a maior favela do Brasil
Thais Leitão*
Rio de Janeiro – Na comunidade da Rocinha, em São Conrado, zona sul do Rio de Janeiro, viviam 69.161 pessoas em 2010, o que garantiu ao local o posto de maior favela do país. Os moradores ocupam 23.352 domicílios, que têm em média três habitantes cada.
Segundo dados do levantamento Aglomerados Subnormais – Primeiros Resultados, divulgado na quarta-feira 21 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na lista das favelas mais populosas do Brasil, aparecem, em seguida, o Condomínio Sol Nascente, em Ceilândia, cidade do Distrito Federal, com 56.483 moradores; e Rio das Pedras, na capital fluminense, com 54.793.
Para ver a matéria completa siga o link abaixo:
Como é habitual segue-se um vídeo do Rappa, que retrata a realidade de muitas favelas brasileiras!
Para um maior aprofundamento na temática veja:
SOUZA, Jessé. 2003. A construção social da subcidadania: para uma Sociologia Política da modernidade periférica. Belo Horizonte: UFMG.
SOUSA, Vanessa Aparecida de. Desigualdade social e subcidadania no Brasil. Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-44782005000100016. Acesso em: 21 Dez 2011.
WACQUANT, L. 1997. A “underclass” urbana no imaginário social e científico norte-americano. Estudos Afro-asiáticos, Rio de Janeiro, n. 31, p. 37-50, out
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Favelização e violência
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Dica cultural!!!
Saudações Caríssimos internautas!
Pedimos nossas escusas por uma semana sem postagem, mas em virtude do mister policial militar tivemos que estar ausentes, especificamente na capital federal, participando de um evento, juntamente com representantes da SESED, PC, CBOM e do sistema EAD/SENASP do estado.
Nessa perspectiva, em breve traremos postagens interessantes que abordarão temáticas acerca dessa recapacitação, que tem como foco precípuo a Copa do Mundo de Futebol de 2014.
Mas, como já é uma praxe, por ocasião do weekend, sempre trazemos algumas dicas culturais, as quais entendemos que também são formas de enfrentamento da violência e da criminalidade!
Vejamos as opções:
Pedimos nossas escusas por uma semana sem postagem, mas em virtude do mister policial militar tivemos que estar ausentes, especificamente na capital federal, participando de um evento, juntamente com representantes da SESED, PC, CBOM e do sistema EAD/SENASP do estado.
Nessa perspectiva, em breve traremos postagens interessantes que abordarão temáticas acerca dessa recapacitação, que tem como foco precípuo a Copa do Mundo de Futebol de 2014.
Mas, como já é uma praxe, por ocasião do weekend, sempre trazemos algumas dicas culturais, as quais entendemos que também são formas de enfrentamento da violência e da criminalidade!
Vejamos as opções:
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Dica cultural
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
IX Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO/PMRN)
É com grande satisfação que postamos esta matéria, não apenas pela obtenção do primeiro lugar, no referido Curso, mas, principalmente, porque a PMRN, apesar das dificuldades, ora enfrentadas pelo RN, no que concerne à contensão de gastos, conseguiu realizar mais uma edição do CAO.
Como temos reiterado, nesse locus de discussão, no qual se faz questão de abordar temáticas relativas à Segurança Pública e as várias formas de enfrentamento da violência e da criminalidade, é que a formação e a requalificação profissional, necessita estar na pauta da agenda governamental, seja na seara estadual, ou no plano nacional. Nesse sentido, é forçoso, enfatizar que essas medidas têm acontecido, de forma mais recorrente a partir de 1997, com a institucionalização da SENASP e, no contexto atual, com a proximidade da Copa do Mundo de Futebol, de 2014 e os Jogos Olímpico de 2016.
Destarte, é premente frisar que pós esses eventos, os investimentos precisam permanecer ocorrendo, tanto no campo da formação inicial, mas também na área da seleção e da capacitação continuada, para que esses profissionais possam continuar prestando um serviço que atenda aos atuais anseios sociais.
Como temos reiterado, nesse locus de discussão, no qual se faz questão de abordar temáticas relativas à Segurança Pública e as várias formas de enfrentamento da violência e da criminalidade, é que a formação e a requalificação profissional, necessita estar na pauta da agenda governamental, seja na seara estadual, ou no plano nacional. Nesse sentido, é forçoso, enfatizar que essas medidas têm acontecido, de forma mais recorrente a partir de 1997, com a institucionalização da SENASP e, no contexto atual, com a proximidade da Copa do Mundo de Futebol, de 2014 e os Jogos Olímpico de 2016.
Destarte, é premente frisar que pós esses eventos, os investimentos precisam permanecer ocorrendo, tanto no campo da formação inicial, mas também na área da seleção e da capacitação continuada, para que esses profissionais possam continuar prestando um serviço que atenda aos atuais anseios sociais.
Academia completa 17 anos e conclui Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais
Na tarde desta quarta-feira, 07, foi realizada a solenidade em comemoração ao décimo sétimo aniversário da Academia de Polícia Militar "Cel Milton Freire de Andrade" e conclusão do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.
A Academia de Polícia Militar foi criada pela Lei Estadual nº 6.721, de 07 de dezembro de 1994 e vem contribuindo na formação, aperfeiçoamento, habilitação e especialização de oficiais da Polícia Militar tanto do Estado do Rio Grande do Norte como de outras organizações militares.
Neste sentido, a Academia de Polícia Militar conclui a IX Edição do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO) em nível de especialização em Segurança e Gestão de Polícia Ostensiva. A IX Edição do CAO formou 50 Oficiais, entre militares do Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Amazonas e Maranhão, os quais contribuíram com a produção científica de 25 monografias voltadas ao engrandecimento do trabalho Policial Militar.
Vídeo da Formatura do IX CAO/PMRN
Para ver a matéria completa siga o link abaixo:
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Formação e requalificação policial
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Dica cultural!!!
Hello Caros (as) internautas!!!!
Segue abaixo alguns eventos que estão acontecendo e que irão acontecer na Cidade do Sol!!!
Alguns são gratuitos e outros a preços populares!

Moviecom
Bons filmes!!!
Segue abaixo alguns eventos que estão acontecendo e que irão acontecer na Cidade do Sol!!!
Alguns são gratuitos e outros a preços populares!
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Bons filmes!!!
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Dica cultural
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